Felicidade, virtude e paixão em Espinosa

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A felicidade não é o prêmio da virtude, mas a própria virtude; e não gozamos dela por refrearmos as paixões, mas ao contrário, gozamos dela por podermos refrear as paixões.

Espinosa, Ética V, proposição 42. (tradução Marilena Chauí, em “Os pensadores”)