Dois tipos de proibição

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“… sempre há uma proibição necessária, mas ela é de natureza diferente. Num caso, a idéia de que é preciso impor proibições transcendentes ao ser humano em si mesmo, a fim de defendê-lo de sua própria loucura (ou de seu pecado original) repousa sobre um fundo de pessimismo radical a respeito do humano. Na segunda hipótese, o proibido é um momento estruturador da abertura para uma liberdade que não é antinômica em relação à responsabilidade.”

Fonte:

Patrick Viveret – É hora de um novo humanismo

http://diplo.uol.com.br/imprima1631