Brigada militar de Yeda Crusius (RS) é acusada de tortura

A denùncia é fieta pelo grupo Tortura Nunca Mais (SP), em carta ao  Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. Veja um trecho:

“Na desocupação da prefeitura, onde a Brigada Militar atuou com extrema violência, foram feridas 26 pessoas por agressão e várias torturadas no interior da prefeitura com choques elétricos, que continuaram no pátio da polícia civil aos gritos e xingamentos, onde algumas pessoas foram conduzidas para uma sala fechada e em interrogatório, foram agredidas para indicarem “líderes”, em alguns casos com revólver apontado na cabeça, o que mostra emprego de tortura psicológica, além da física ¹.

São gravíssimos os fatos e se agravam mais por terem sido utilizadas na prática de tortura, armas não letais, como também por ser tortura política, fruto de um modelo de segurança pública que criminaliza os movimentos sociais, constantemente denunciado durante o atual Governo de Yeda Crusius.
Na Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado, realizada em Porto Alegre, no dia 24 de junho de 2008, inúmeras denúncias foram registradas na Carta dos Movimentos Sociais Gaúchos ², entre elas, o assassinato do sapateiro Jair da Costa, durante uma manifestação em defesa do emprego, mostrando que a prática de levar armas letais a situações de campo controlado, é constante pela Brigada Militar, o que mostra a predisposição à violência, praticada pela política de segurança pública desenvolvida no estado do Rio Grande do Sul.
O emprego de armas letais contra os trabalhadores e trabalhadoras em manifestações públicas pacíficas e o de armas-não-letais em tortura; é uma afronta à cidadania.”

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